Congresso Nacional
de
Jovens Folcloristas 2021

Programa | 29 de maio

O Folclore durante e pós pandemia - "Regresso ao Futuro"




11:00 Sessão de abertura
Momento musical: Danças ocultas
11:30 Mote do congresso: "Regresso ao futuro"
Apresentação do tema geral do congresso aludindo à forma dos grupos se (re)inventarem durante a pandemia, explorando ações alternativas que vão para além da dança, assim como formas de motivar os jovens a prestar continuidade ao abnegado e voluntarioso trabalho de pesquisa, salvaguarda e divulgação do património cultural imaterial.
Vídeo promocional sobre a região
12:30 Almoço
14:00

Painel I: A Cultura em tempo de pandemia

Abordar-se-á a forma como encarar a problemática contemporânea do folclore no rescaldo de uma pandemia avassaladora da sociedade e do movimento associativo. Envolver-se-ão nesta discussão multidisciplinar vários agentes culturais ligados a outros setores da cultura como o teatro, música e associativismo.

Moderadora: Mariana Xavier

Intervenientes

15:30 Momento musical: Daniel Pereira Cristo
15:45

Painel II: Efeitos sociológicos/psicológicos da pandemia na sociedade e nas suas estruturas sociais/culturais

Prestar-se-á um olhar sociológico/psicológico sobre os efeitos sentidos, em vários níveis, nas estruturas culturais do país fruto do isolamento e afastamento físico e social das pessoas pertencentes a uma comunidade ou organização comunitária como é o caso das associações culturais.
- O que deve ser feito para um regresso progressivo à atividade?
- Com que problemas e ansiedades poderemos ter de lidar depois da pandemia a nível individual e coletivo?
- Problema de vivência em grupo (reaprender a conviver em grupo).

Moderadora: Cristina Gaspar

Intervenientes:

16:45

Vídeo promocional sobre o Museu Marítimo de Ílhavo

16:50 Intervalo
17:00

Painel III: Ferramentas de marketing digital e construção de arquivo digital nos grupos

Os momentos de paragem presencial da atividade associativa, poderão ser encarados enquanto oportunidade para os grupos se dedicarem a outras tarefas e projetos associativos que normalmente ficam em segundo plano, dado os inúmeros afazeres que habitualmente existem para realizar.
Na ausência de atividade associativa "normal", os grupos de folclore poderão lançar um olhar para dentro da sua organização documental e da sua estratégia de comunicação e marketing, de modo a dar um salto qualitativo na sua imagem, assim como, na sua tarefa de investigação.

Moderador: Fernando Brito

Intervenientes:

18:00 Oficinas

O traje tradicional e popular português
Proporcionar-se-á uma perspetiva histórica da evolução do traje tradicional e popular e a sua inevitável interdependência com o meio envolvente. Torna-se um tema relevante para a discussão entre jovens folcloristas, podendo verificar como o meio natural constitui um dos aspetos incontornáveis na definição de traços distintivos do traje tradicional e popular português. Serão aprofundados aspetos do bem trajar e apontamentos para uma correta confeção do traje.

Moderador: Ricardo Gomes

Intervenientes:
- Gil Raro - Confeção do traje tradicional e popular português
- Dra. Emília Francisco - A arte e o engenho no trajar

Gestão de tocatas
Um dos aspetos dominantes nas artes do espetáculo incide no tratamento dado aos diversos atores num espetáculo de folclore, por exemplo, no que se refere à tocata: melhor posicionamento dos músicos, dos cantadores, e no coro (caso exista).
De igual modo, a própria planificação da tocata, diferenciada do restante grupo de folclore, merece um olhar mais atento, procurando, assim, delinear os cuidados a ter quanto à valorização deste importante vetor de um grupo de folclore.

Moderador: Diogo Jesus

Intervenientes:
- Fábio Pinto - O toque e a tocata
- Emiliano Toste - Os toques e as vozes - estratégias de apresentação


Folclore e artes do espetáculo
Será que a expressão "espetáculo" se aplica às apresentações públicas do folclore e da etnografia? Partindo da premissa de que assim é, torna-se necessário proceder à qualificação dos espetáculos de folclore assegurando que estes se transformem em exibições de crescente qualidade performativa. As artes do espetáculo desempenham um papel fundamental neste processo de criação artística sem que tal implique um desvirtuamento da essência da tradição popular portuguesa.

Moderador: André Marcos

Intervenientes:
- Ricardo Carneiro - Grupo Etnográfico Rusga de Joane
- Catarina Silva e Diogo Serra - Rancho das Lavradeiras da Trofa

19:30 Encerramento do congresso
21:30 Serão cultural

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Mariana Xavier

SIC - Sociedade Independente de Comunicação

Moderadora - Painel I: A Cultura em tempo de pandemia

Nasci onde se fala a segunda língua oficial portuguesa e as tradições fazem parte do dia-a-dia. A cultura está viva na minha história. Canções, teatros e horas entre páginas de aventuras e thrillers aguçaram a minha curiosidade. Foi no jornalismo que encontrei forma de matar esta sede. Quando entrei pela primeira vez na SIC em 2018, ainda como estagiária, escolhi a editoria de cultura. Voltei um ano depois para percorrer o país ao som dos festivais de verão e em 2020 regressei para este lugar, que me faz perceber que a cultura me preenche e me faz crescer todos os dias.

Luís Lourenço

Encenador, escritor para teatro, cenógrafo, figurinista, produtor

Painel I: A Cultura em tempo de pandemia

Autor e encenador de sucessos como "CLAUS - O Irmão do Pai Natal" ou "JURO! Quem mais jura mais mente".
Inicia a sua carreira artística na série juvenil da TVI "Morangos com Açúcar" (2005), interpretando o protagonista da série, Tiago Borges. Depois da série estreou-se no teatro com a peça "O Beijo da Mulher Aranha", interpretando a personagem Luís Molina.
Em televisão participou na novela da TVI "Deixa que te Leve" (2009) onde interpretou o duque italiano Tommaso. Participou também no grande sucesso da TVI, o doc-reality "Perdidos na Tribo" (2011). Em 2015 protagonizou a novela da RTP1, "Os Nossos Dias", com a personagem Guilherme Castilho.
Como encenador estreou-se com o espetáculo infantil "Rodolfo, O Inspetor Escoliano", "A Última Noite" e a apresentação de um excerto de "Ricardo III" (W. Shakespeare) no Teatro São Luiz para o Dia Mundial do Teatro. É Diretor Artístico/Encenador no Teatro Gil Vicente, em Cascais, cargo que ocupa há 10 anos consecutivos.
Dirigiu as últimas três Revistas à Portuguesa deste teatro, "Eles Andem Aí!", "Aqui há Revista!" e "Gil Vicente em Revista". Este último sucesso levou o Exmo. Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa a assistir e aplaudir esta peça.
Foi professor de teatro no Colégio Maria Pia, em Lisboa, integrado no projeto internacional mus.e.
Assumiu em 2017 o projeto de teatro sénior da Freguesia de Cascais e Estoril, CASKOTAS - Teatro Sénior, a convite do Presidente Pedro Morais Soares, onde produziu o espetáculo "Saídos da Casca! - O Musical à Portuguesa".
É fundador da Luís Lourenço - Produções®, tendo como sócio Filipe Lagarto. Em 2018 criou um projeto de formação no Teatro Gil Vicente chamado "Workshop de Espetáculo" que já vai na segunda edição.
A Luís Lourenço - Produções tem neste momento duas produções de sucesso em cena: o musical "O Lago da Aventura", coproduzido com a Genius y Meios, do Grupo Renascença; e o espetáculo "Teco - O Inspetor Escoliano" coproduzido com o a Câmara Municipal de Cascais.

Foi ator dos dois últimos filmes do ator e realizador Diogo Morgado. O primeiro, o 'Solum', rodado inteiramente em inglês e o segundo, o 'Interface', rodado na íntegra durante a pandemia.

Nos últimos 16 anos conta com mais de 35 projetos teatrais, 3 novelas (das quais 2 como protagonista) e 12 projetos de cinema.

Patrícia Pote

Técnica Superior no Gabinete de Apoio à Administração e Relações Públicas da INATEL

Painel II: Efeitos sociológicos/psicológicos da pandemia na sociedade e nas suas estruturas sociais/culturais

Mestre em Psicologia Social e das Organizações (2011) pelo ISPA - Instituto Universitário de Ciências Psicológicas e da Vida, iniciou a sua atividade profissional, em 2011 nas áreas da gestão dos recursos humanos e gestão da formação, permanecendo 7 anos neste ramo profissional. Em 2013, assumiu as funções de responsável de frota de transporte de doentes não urgentes, uma área que obrigou a diversas formações, tendo como objetivo a gestão de vários veículos e colaboradores, dedicados ao transporte de doentes.
Atualmente, desempenha funções na Fundação INATEL, como Técnica Superior no Gabinete de Apoio à Administração e Relações Públicas, tendo como principais funções a assessoria aos associados em BackOffice, elaboração de indicadores e análise de listagens. Desde 2019, integrou o secretariado da Associação CIOFF® Portugal que tem como objetivos a salvaguarda, a promoção e a difusão da cultura tradicional e do folclore pelo mundo. A Associação CIOFF® Portugal é presidida pela Fundação INATEL e é membro do Conselho Consultivo da Comissão Nacional da UNESCO.
A data da sua integração na Associação Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória do Ribatejo (Instituição de Utilidade Pública) não pode situar-se rigorosamente, pois começou a ter funções de figurante, pouco depois do seu nascimento. Prosseguiu a sua atividade como bailadora e começou por assumir funções nos corpos sociais, a partir do ano de 2005. Participa na organização de exposições temáticas, gestão de programas ao vivo, preparação de viagens ao estrangeiro e realização de projetos de parceria com diversas instituições, nomeadamente, Fundação INATEL, IEFP, Aldeias Históricas de Portugal e Federação do Folclore Português. Coordenadora da escola de folclore e do projeto "Desenvolvimento Infantil - Contribuição do folclore para a formação integral do indivíduo", em parceria com o Jardim de Infância e a Escola Primária de Glória do Ribatejo. O projeto fez parte integrante do programa das aulas de educação física, incluindo temáticas que iam desde o cinema infantil, aos jogos tradicionais, às aulas de canto e dança e à mostra de instrumentos tradicionais. O objetivo principal prendeu-se com a divulgação da cultura gloriana junto das crianças do pré-escolar, mas, ao mesmo tempo, contribuir para o desenvolvimento psicomotor de crianças dos 3 aos 6 anos de idade.
Foi Coordenadora do Projeto Património Ativo, em parceria com o IEFP. Este integrou 4 pessoas, tendo como objetivos aproveitar a mão-de-obra feminina altamente especializada, formada através dos tempos e de práticas tradicionais; promover a replicação de peças históricas únicas, no que respeita ao universo cultural português, de cariz popular; sistematizar e catalogar peças, com vista à sua integração nas diferentes coleções do Centro de Documentação e Estudos Etnográficos da Associação; elaborar uma coleção representativa das vivências específicas da comunidade gloriana, espelhando ao mesmo tempo o património material e imaterial; promover o cruzamento de saberes e práticas seculares, acautelando o conhecimento e a sua divulgação e contribuir para a ocupação de um público com escassas oportunidades profissionais.

Humberto Nelson Ferrão

Painel II: Efeitos sociológicos/psicológicos da pandemia na sociedade e nas suas estruturas sociais/culturais

Sociólogo da cultura, trabalhador na CMS desde 1984, tendo exercido várias funções nesta entidade: Técnico Superior de Cultura, Chefe de Divisão da Cultura, Desporto e Turismo desde (1/1/97 - 1/10/06), Diretor Artístico e Programador do Teatro Sá da Bandeira (2004/2010), responsável por projetos de mediação cultural em comunidades municipais, programador de visitas e projetos turísticos e etnográficos concelhios, coordenador de campanhas gastronómicas e no Festival Nacional de Gastronomia, animador cultural e turístico ...
Foi também investigador em sociologia rural (FCG), tendo várias publicações na área da sociologia, Etnografia, Congressos, e artigos em jornais locais e nacionais...
Dirigente em Associações de âmbito nacional e local, para além de outras no setor profissional. Organizador e programador de Festivais Internacionais de Folclore e de Teatro, de Cinema, Gastronomia, Cultura Avieira...

Fernando Brito

Moderador - Painel III: Ferramentas de marketing digital e construção de arquivo digital nos grupos

Fernando Brito de 31 anos, natural de Arouca, é um jovem apaixonado pela área do folclore e do associativismo.
Em 2009 concluiu o curso profissional de Comunicação, marketing, relações públicas e publicidade pela Escola Profissional de Espinho e no mesmo ano ingressou no ensino superior na Licenciatura de Animação Cultural da Escola Superior de Educação de Viseu, a qual veio a ser concluída em 2012. Atualmente frequenta o Mestrado em Audiovisual e Multimédia na Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa.
O seu percurso no folclore inicia-se muito cedo no Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca por influência familiar, onde se mantém atualmente. Foi no Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca que o Fernando aprendeu a gostar e a interessar-se pela área da etnografia e do estudo do seu povo. Tem vindo a fazer um trabalho de pesquisa daquilo que são as tradições locais da serra e do vale de Arouca. por isso tem um papel relevante no trabalho desenvolvido pela equipa técnica do Grupo. É ainda o responsável pela área da comunicação e design deste rancho.

Vera Ferreira

Painel III: Ferramentas de marketing digital e construção de arquivo digital nos grupos

Vera Ferreira é linguista de formação com especialização e larga experiência em documentação do património imaterial. O foco da sua investigação recai nas línguas ameaçadas na Europa e na relação entre dados resultantes da documentação linguística e revitalização. É presidente do CIDLeS - Centro Interdisciplinar de Documentação Linguística e Social e arquivista digital no Endangered Languages Archive no SOAS University of London. Como arquivista digital Vera Ferreira dá também formação em todos os aspetos relacionados com recolha e gestão de dados, preparação de metadados e arquivo, incluindo a criação de arquivos comunitários.

Gil Raro

Oficinas - O traje tradicional e popular português

Natural de Fiães, Santa Maria da Feira, o contacto próximo com os avós desde cedo aguçou o interesse pelas temáticas dos usos e costumes. Fez parte do grupo folclórico local no Centro de Cultura e Desporto de Fiães onde participou em várias campanhas de recolhas etnográficas, ampliação do seu espaço sede e criação do espaço museológico da associação onde recolheu, inventariou e organizou de um vasto espólio museológico. Desde 2015 integra o Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira, no é tocador de viola remaldeira. Actualmente mora no Bonfim, Porto. Licenciou-se em Artes Plásticas - Escultura (2017), na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Actualmente frequenta, na mesma faculdade, o Mestrado em Artes Plásticas (Escultura). Do seu percurso académico extracurricular enuncia-se a sua participação como conselheiro nos vários órgãos de gestão da faculdade: Comissão de Acompanhamento da Licenciatura em Artes Plásticas (2013 a 2015); Conselho de Representantes (2014); Conselho Executivo (2014 a 2017); Comissão de Acompanhamento do Mestrado em Artes Plásticas (2017 a 2019); e Conselho Pedagógico (2017 à actualidade). Foi também sócio activo na Associação de Estudantes da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, tendo ocupado os cargos de Vice-Presidente da Direcção (2014) e Presidente da Mesa da Assembleia Geral (2016 a 2021). Ainda dentro do espírito académico pertenceu ao Orfeão Universitário do Porto, no qual foi Chefe de Secção (2018-2020), na Secção de Adereços e Guarda- Roupa, promotor da Comissão de Revisão Etnográfica (2019); tocador e dançador no grupo de Danças e Cantares Etnográficos do OUP. A par destas, nas redes sociais, participou activamente no projecto Trajar do Povo em Portugal (2015 a 2017) e é o criador, administrador e colaborador das páginas de investigação e divulgação histórico-etnográficas, assentes em princípios de salvaguarda, democracia e transparência: Alfaiate do Povo (2015), Biblioteca do Povo (2017), Fonoteca do Povo (2021) e Contributos para um Arquivo Fianense (2021). Os seus interesses passam por: tecnologias tradicionais e semi-industriais nomeadamente têxteis, arquitetónicas e decorativas; Arquitetura, em específico a vernacular; Música tradicional e de inspiração; Arqueologia; Museologia e Arquivística; Conservação e Restauro; Historiografia e Etnologia; Ciências Sociais e Arte.

Emiliano Toste

Oficinas - Gestão de tocatas

Emiliano Toste nasceu na ilha Terceira, nos Açores.
É licenciado em Educação Musical e Diplomado com o Curso Superior de Canto. Exerce funções docentes na Escola Básica 2,3 de Rio Tinto. Foi aluno do Conservatório de Música de Angra do Heroísmo, do Conservatório de Música do Porto, e do Conservatório de Música de Gaia. Foi diretor artístico do Grupo de Cantares da Casa dos Açores do Norte. Dirigiu o Orfeão de Gondomar e o Coral da Ala de Nun'Álvares - Gondomar. Efetuou uma recolha de espécimes musicais tradicionais nas 9 ilhas do arquipélago dos Açores, intitulada MÚSICA REGIONAL DOS AÇORES.
É Produtor e Editor desde 1996, sendo de destacar as seguintes coletâneas intituladas: FOLCLORE PORTUGUÊS, BANDAS FILARMÓNICAS PORTUGUESAS, MÚSICA TRADICIONAL DA MADEIRA, MÚSICA TRADICIONAL DOS AÇORES e BANDAS FILARMÓNICAS DOS AÇORES. É portador da Medalha de Prata de Valor Cultural, atribuída pela Câmara Municipal de Praia da Vitória.

Catarina Silva

Oficinas - Folclore e artes do espetáculo

Tem 29 anos e é natural da Trofa.
Licenciada em Recursos Humanos e com um mestrado em Gestão de Recursos Humanos. Faz parte do Rancho das Lavradeiras da Trofa desde os 7 anos e integra desde 2010 a direção do grupo (primeiro como secretária e atualmente como Vice-Presidente). Atualmente faz também parte do Conselho Técnico Regional do Douro Litoral Norte. A sua aprendizagem no folclore vem do grupo do qual faz parte e das pessoas que dele fazem ou fizeram parte.
A integração no CTR contribuiu muito para o incremento do seu conhecimento e desenvolvimento pessoal.

Emília Francisco

Oficinas - O traje tradicional e popular português

Natural da freguesia da Caranguejeira, Concelho de Leiria, é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, Português/Francês e com uma Pós-graduação em Culturas Regionais.
É responsável por projetos Europeus ligados à Babelescola, Associação para a descoberta da Europa, no contexto do Programa Juventude em ação, bi e multilaterais de mobilidade de jovens (França, Finlândia, Roménia, Polónia); Presidente da Mesa da Assembleia da Babelescola;
No âmbito do Rancho Folclórico dos Soutos da Caranguejeira-Leiria é reponsável por diversas frentes e ações:
- recolha e registo de usos e costumes rurais;
- realização de desfiles e representações etnográficas;
- organização de encontros e exposições;
- realização de festivais de folclore nacionais e internacionais com apresentação de temas etnográficos e publicação de livro do evento;
- corresponsável pelo projeto de registo (escrito e filmado) de danças e cantares e usos e costumes tradicionais da zona dos Soutos/Caranguejeira, em parceria com o IPL de Leiria.

Maria João Costa

Painel III: Ferramentas de marketing digital e construção de arquivo digital nos grupos

Criar e comunicar é uma forma de estar na vida. Licenciada em Ciências da Comunicação pela Utad está atualmente a fazer mestrado em Economia Social. Fez formação em marketing digital e sempre que tem oportunidade procura atualizar os conhecimentos na área.
A aprendizagem ao longo da vida deve ser um estilo de vida para todos nós. Atualmente trabalha na Fundação INATEL no departamento de Comunicação e com a equipa de trabalho tem desenvolvido diferentes formas de dar a conhecer os valores, a missão e o papel da INATEL no nosso país. E fá-lo fazendo uso das plataformas digitais.
O maior desafio de um comunicador será sempre despertar e ter a atenção de quem está do outro lado. Esse continua a ser o seu maior desafio.

Daniel Pereira Cristo

Painel I: A Cultura em tempo de pandemia

Vindo de Braga, do Minho e do Noroeste de Portugal, Daniel explora o potencial dos instrumentos de corda ancestrais da sua região - o cavaquinho e a braguesa - dando-lhes nova vida, com um sentir novo e contemporâneo, o que lhe logrou um público muito fiel. No seu canto, ele evidencia a tradição oral que o orgulha, enquanto suas peças instrumentais ilustram perfeitamente o significado cultural destes sons tão particulares.
Podemos chamá-lo de trad, podemos chamá-lo de folk, podemos chamá-lo de etno jazz. Uma coisa é certa, Daniel rodeou-se dos melhores músicos de várias áreas musicais diferentes e juntos estão a desenvolver um novo estilo e som... poderoso, elaborado e com groove, nunca esquecendo a riqueza e peculiaridades dos nossos sons dentitários - que querem preservar, renovar e valorizar - dos antigos instrumentos de cordas, às maravilhosas percussões tradicionais.
Complementarmente, Daniel tem-se dedicado à preciosa transmissão das suas pesquisas nos nossos Cordofones Tradicionais, através da realização de aulas abertas, oficinas e workshops.
Assim como as formações, fundamentais e acreditadas pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, que tem feito para os professores de Educação Musical de todo o país, numa parceria entre a a APEM e a Associação Cultural e Museu Cavaquinho da qual faz parte com Júlio Pereira.

Fábio Pinto

Oficinas - Gestão de tocatas

Fábio Pinto nasce a 1 de Outubro de 1989.
Desde cedo as questões do folclore e etnografia lhe despertaram interesse, tendo esta vertente sido estimulada pelo facto de ter vivenciado alguns aspetos da ruralidade com a sua avó paterna durante toda a sua juventude.
Desde 2003 que integra o Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira, onde tem vindo a realizar um interessante trabalho de recolha, salvaguarda e divulgação do património imaterial Feirense.

Membro do Conselho Técnico Regional da Federação do Folclore Português para a região do Douro Litoral Sul, tem vindo a colaborar com diversos grupos que se dedicam à causa etnográfica.

A questão musical, acompanha-o desde cedo e é hoje um dos trabalhos que mais tem vindo a desenvolver nas ações que realiza.

Ricardo Carneiro

Oficinas - Folclore e artes do espetáculo

Natural e residente - Joane, Vila Nova de Famalicão, tem 32 anos. Licenciado em Estudos Culturais e com uma pós-graduação em Património Cultural Tradicional e Popular Português. Desde 2005, como Diretor Artístico do Grupo Etnográfico Rusga de Joane, explora continuadamente as pesquisas que efetua em terreno, aplicando-as nas diversas atividades do grupo. Tendo sempre em conta o cumprimento das raízes culturais, mas adaptando e revitalizando os géneros de apresentação, de acordo com a evolução das artes do espetáculo e do objetivo pretendido em cada performance. Utilizando, sempre que possível, usando mecanismos que despertem a atenção e motivação do público em consumir mais cultura popular e por sua vez a valorização das artes populares.

Percurso Artístico:
Dirigente Técnico-Artístico, no Grupo Etnográfico Rusga de Joane, desde 2005 e membro do mesmo desde 2003;
Membro do Grupo Folclórico da Universidade do Minho, desde 2014;
Membro fundador da Associação Cultural Sons do Cancioneiro, nascida formalmente em 2015.
Membro fundador da Associação Fala de Mulheres, desde 2020, pela valorização e candidatura do Canto a Vozes a Património da Humanidade da UNESCO;
Membro do Grupo Coral Divino Salvador de Joane, desde 1998;
Interprete de Fado desde 2014;
Apresentação de coordenação do programa semanal "Ora do Fado com Ricardo Carneiro", entre 2018 e 2019 na Rádio Cidade Hoje;
Apresentação de eventos e espetáculos como por exemplo: Festivais de Folclore, Festivais de Fado, Festas Antoninas, Saraus de Danças de Salão, Festa da Vila - Feira do Associativismo de Joane, entre outros;

Daniel Café

Presidente da Federação do Folclore Português

Painel I: A Cultura em tempo de pandemia

Daniel Calado Café, de 51 anos de idade, é natural Alcanena.
Possui como habilitações académicas: Licenciatura em línguas e literaturas modernas (Universidade de Lisboa); Pós graduação em ciências da educação (Universidade Aberta); Mestrado em museologia (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias - ULHT); Doutoramento em museologia social (ULHT).

Exerceu, entre outras, as seguintes funções:
Vereador em regime de permanência da câmara municipal de Alcanena com os pelouros da educação, cultura, património, comunicação, juventude, turismo e informação;
Vice-presidente e membro fundador da Academia de Letras e Artes Lusófonas (ACLAL);
Coordenador regional do Médio Tejo dos Centros de Qualificação e Educação Profissional;

Atualmente, para além da docência, desempenha as seguintes funções:
Presidente da Federação do Folclore Português;
Membro do Conselho Nacional do Associativismo Popular;
Docente convidado/colaborador da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) no âmbito dos cursos de mestrado e doutoramento da Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração;
Docente adjunto convidado do Departamento de Ciências da Educação e Património da Escola Superior de Educação de Torres Novas (ESETN) e coordenador do curso de Pós-graduação em Património Cultural Tradicional e Popular Português;
Presidente da direção e membro fundador do Rancho Folclórico de Gouxaria (Alcanena);
Vice-presidente da direção e membro fundador Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e Folclore do Ribatejo;
Vice-presidente do conselho de administração e membro fundador da Fundação Joaquim Silva Fernandes.
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